Viena, Torres, Lisboa , Metz , Florença, Vilnius , Biarritz…Gay Pride com festa e homenagem

Viena, Torres, Lisboa , Metz , Florença, Vilnius , Biarritz…Gay Pride com festa e homenagem

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(Blogmensgo, blog gay do 20 de junho 2016) Absolutamente todas as Gay Prides deste fim de semana na Europa desfilaram, festejaram mas também fizeram as ultimas homenagens para às vítimas de Orlando. Foi em particular o caso em Viena (Áustria), em várias grandes cidades da Itália como (Florença), ou ainda em Lisboa (Portugal), Biarritz, Metz, Torres (França) também em outras localidades. As vítimas da Pulse de Orlando foram homenageadas com um minuto de silêncio em ritual bem elaborado.

Medidas de segurança foram fortalecidas, de forma que nenhum intruso atrapalhasse o evento. O objetivo foi de mostrar com muito orgulho e determinação face a esta barbaridade de homofobia.

Em Viena,a Désambigüisation (parada de arco-íris) com participação de mais de 130.000 pessoas, a mais conhecida era o Christian Kern. Foi pela primeira vez que um chanceler austríaco participa de um evento. O chanceler Kern subiu no foro para pronunciar um discurso de fechamento - foram muitos aplaudidos, siga aqui abaixo:

O chanceler austríaco prometeu igualdade dos direitos para todos, achou vergonhoso que a Áustria não deu aos homossexuais e lésbicas direitos equivalentes que o heterossexual.

Todos os carros alegóricos estavam presentes no desfile na Regenbogenparade,  excluindo "o carro fantasma ", preenchido por um espaço vazio, o lugar onde as 49 vítimas do Pulse poderiam ter desfilado, se elas não tivessem cruzado o caminho do Omar Mateen esta noite. O Hosi Wien associação que organizou a parada vienense, mostrou sua solidariedade com as mortes e as pessoas feridas de Orlando.

En Florença, mais de 30.000 pessoas participaram da Gay Pride, uma semana depois da Pride de Roma onde eram milhares uma semana antes  em Milão onde serão ainda mais numerosos. Varias cidades italianas viram também desfilando milhares das pessoas envolvidos com arco-íris, em particular Genova (5.000 pessoas), Palermo, Treviso e Varese.

Várias Gay Prides, tiveram uma acolho especial com os migrantes. Muito deles fugidos do país de origem deles por causa de perseguições de homofobia.

Por outro lado, três capitais europeias tiveram dificuldade de encher de participantes. Lisboa (Portugal) só atraiu um pouco mais que 5.000 pessoas e Vilnius ( Lituânia só 2.000),  quase igual Torres (França) e menos que 3.000 pessoas  Metz (França) à atração do centro local LGBT. Cores Gay

Gay Pride em Lisboa, aqui um relatório breve da Euronews

Os participantes das Gay Prides francêsas e italianos  tiveram o tempo além para lamentar a pusilanimidade da classe política. Itália deu à luz recentemente um pacs minimalista. E de falando sobre parto, a França ainda não autoriza lésbicas de beneficiar de uma procriação medical ajudada (PMA), sem mencionar as humilhações impostas para pessoas trans pela administração e a profissão médica.

Aqui está uma avaliação breve da Gay Pride em Biarritz onde aproximadamente 600 pessoas desfilaram debaixo de um céu com uma temperatura aparentemente menos festiva que o cortejo.

E na Sofia (Bulgária), mais ou menos 1.000, mas com a presença de vários embaixadores estrangeiros. Todos clamaram " Stop homofobia! " Em referência a Orlando, mas também com contexto Búlgaro.

Em Berlim onde o Gay Pride (CSD) do dia 23 de julho, o Portão de Brandemburgo sera iluminado nas cores do arco-íris em homenagem as 49 mortes e para aproximadamente cinqüenta pessoas feridas de Pulse de Orlando.

E em Istambul? O governo turco tinha proibido a Trans Pride do 19 de junho, supostamente por razões de segurança. Na Turquia, a polícia é capaz de moldar imensas demonstrações na glória do regime, sem sofrer a inconveniência mais leve. Sem controle por centenas de pessoas LGBT reunidas perto na plaça Taksim forças lançaram um ataque com bolas de borracha e com gás lacrimogêneo.

Pelas mesmas razões, a Turquia proibiu a Gay Pride de Istambul planejada para o dia 26 de junho. Também, por motivo de segurança e por medo de desordens. As ameaças de confusões emanam de fundamentalistas muçulmanos que recusam um tal evento durante o Ramadã. É pela primeira vez desde 2003 que Gay Pride anual é proibida em Istambul.

Philca/MensGo

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